quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Um convite para que se abra a Caixa de Memórias
Caixa de Memórias guarda surpresas e uma mistura de linguagens muito bem amarradas e em sincronia total no palco, pra falar de forma lúdica e delicada sobre infância, velhice, lembranças e sonhos.
O espetáculo apresenta uma contação de histórias diferente sobre duas gerações distintas. São abordados temas sensoriais, históricos e regionais. Caixa de Memórias usa, para trazer o lúdico à cena, contação de histórias, bonecos de manipulação direta, manipulação de objetos inanimados, música ao vivo, coreografia cênica e imagens vocais provocando a imaginação e criatividade na criança.
Além das histórias tiradas de livros infantis, das memórias dos atores e das memórias contadas pelos pais e avós dos membros do grupo, o texto do espetáculo teve como principal inspiração diversos livros do grupo CASA DE AUTORES, adaptados ao roteiro e que, não só definem a estética plástica do espetáculo bem como trazem à tona o universo da criança à peça.
Serviço:
Espetáculo: Caixa de Memórias
De 19 de fevereiro a 20 de março
Sábados e Domingos
Às 17:30h
Endereço: SCLRN 711 Bloco C Loja 05
Preço: R$ 20,00 (meia para classe artística, estudantes, idosos e professores)
Classificação Indicativa: LIVRE para todos os públicos
Informações: (61) 82029339 ou (61) 96796713 ou (61) 81970362
grupovirtu@gmail.com
Só pra dar água na boca, um trechinho do espetáculo aí abaixo!
sábado, 13 de novembro de 2010
Quando duas Casas muito especiais se encontram...
Denize conheceu cada autor da Casa, folheou a biblioteca básica dos escritores e falou sobre seus projetos. Um deles, a Vitrine de Autores que une escritores e leitores em manhãs culturais, empolgou a Casa!
Presentes vários moradores da nossa Casa, para conhecer a dona da Casa paulista, tão empenhada em difundir a literatura por lá. Apresentados por Iris Borges, eu, Alexandre Lobão, Álvaro Modernell, Clara Rosa, Elba Gomes, Edna Rezende, João Bosco, Lucília Garcez, Raquel Gonçalves, Solange Cianni e Vera Lúcia Dias, tivemos a oportunidade de trocar ideias com a convidada.
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Sarau de histórias em homenagem à Casa de Autores na Biblioteca Demonstrativa de Brasília - algumas Imagens
Teve painel com frases e fotos dos autores da Casa.
E não faltaram boas histórias com momentos emocionantes...
O grande poeta Wilson Pereira, apresentou Raquel Gonçalves com boa prosa;
Margarida Patriota,
Simone e Miriam, do grupo Tagarelas apresentaram as obras de todos os escritores da Casa de um jeito engraçado e bem lúdico, misturando fábulas e divertindo o público presente.
Teve também João Bosco e ainda: Tatiana Oliveira, Clara Rosa, Lúcília Garcez, Iris Borges e Solange Cianni. Nem os ausentes foram esquecidos foram brevemente apresentados por gente que sempre marca presença nos Saraus da BDB.
E tudo terminou numa chuva de alegria! Uma das criadoras dos simpáticos Ratos de Bibliotecas, Maria Célia Madureira, fez chover lindos versos na Biblioteca para apresentar Wilson Pereira, fechando a noite de inusitadas apresentações e performances. Casa de Autores ficou lisonjeada com tanto carinho. Meus agradecimentos
especiais à Biblioteca, à Conceição, à Noradi e à Clara, que tanto se empenharam na organização, aos amigos e parceiros da Casa de Autores e a todos que foram partilhar com a gente nossas histórias!
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Casa de Autores será homenageada na Biblioteca Demonstrativa de Brasília
quinta-feira, 18 de março de 2010
Crônica da escritora Rosângela Rocha sobre a II Flipiri
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Casa de Autores no Correio Braziliense
Correio Braziliense
Diversão & Arte
Para a criançada ler
Brasília, DF - sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Fotos: Gustavo Moreno/CB/D.A Press e Valério Ayres/Esp. CB/D.A Press
Maria Célia e Raquel vivem a dupla Racumim e Racutia (acima). Alto, Alessandra e a filha Bia mostram os livros feitos em família.

Muitos começam contando histórias para os filhos, outros trabalham em educação e há aqueles que buscam um novo estilo literário. No fim da história, todos são escritores infanto juvenis de primeira
Nahima Maciel
O livro infanto-juvenil foi o segmento mais produtivo no mercado de venda de livros no Brasil durante o ano de 2009. Uma pesquisa da Associação Nacional de Livrarias indica que a produção literária para crianças e adolescentes passou à frente da ficção e da religião. O segmento vende bem, mas também produz muito. A jornalista Alessandra Roscoe é um reflexo do fenômeno. Em 2006 publicou o primeiro livro e, desde então, assina cinco títulos disponíveis no mercado e tem mais seis para serem lançados este ano. Alessandra faz parte de um grupo de autores recém-chegados ao universo da literatura para jovens leitores. São escritores que descobriram o nicho nos últimos sete anos, gente que começou a escrever para o público mirim e não quer mais saber de outra coisa. Em Brasília, boa parte deles integra a Casa de Autores, instituição fundada pela livreira Íris Borges para reunir autores radicados na capital. A própria Íris, ao lado de cinco autores selecionados pelo Diversão & Arte, é estreante no mundo da literatura infanto juvenil. Veja abaixo o que há de novidade na produção brasiliense do gênero e quais são os novos nomes desse cenário.
Parceria em família
Foi a filha Beatriz quem motivou a jornalista Alessandra Roscoe a transpor para o papel as histórias contadas antes de dormir. A primeira, A menina que pescava estrelas, ganhou ilustrações da própria Bia, na época com 5 anos, e foi publicada em 2006. Pouco depois, a história da garota que roubava as estrelas do céu virou filme de animação e motivou a família a investir num segundo livro. O jardim encantado também nasceu da invenção de histórias que Alessandra conta todas as noites para Bia e os dois irmãos, Felipe e Luiza. Minhas histórias partem do meu dia a dia com as crianças. Felipe estava estudando os bichos de jardim e em processo de alfabetização. Um dia, fazendo com ele a tarefa de casa, criei o texto que explora a musicalidade das palavras e trabalha a questão da diferença. Então fiz a história da joaninha que tem só uma pintinha.
A fada emburrada, terceiro a ser publicado e campeão de vendas entre as histórias assinadas por Alessandra, começou a tomar forma quando Bia ficou emburrada durante um almoço de família e O jacaré de bilé, inspirado em Felipe, ganhou ilustrações de Ítalo Cajueiro. Este semestre será a vez de O menino que virou fantoche. O escritor de literatura infanto-juvenil ainda é considerado um escritor menor e isso é uma briga grande porque temos literatura infanto juvenil de altíssima qualidade. E literatura não tem idade , avalia Alessandra. Estou lançando seis livros em um ano e é absurda a quantidade de editoras especializadas em infanto juvenis no Brasil. É um bom produto, apesar de toda uma cultura da não leitura e de pai que compra brinquedo, celular e tênis mas acha caro dar R$ 30 em um livro. Para o aniversário de 50 anos da capital, Alessandra também lançou Brasília em figurinhas, álbum que conta a história da cidade com texto e autocolantes de fotografias. Foi adotado em várias escolas e a primeira edição, de dois mil exemplares, está esgotada. Para Luiza, Alessandra já tem prontas outras histórias.
Rato do acaso
Foi na Biblioteca Livre da Escola Classe 18, em Taguatinga, que Racumim e Racutia ganharam corpo e história. A dupla de professoras Maria Célia Madureira e Raquel Gonçalves Ferreira inventou os personagens para facilitar a aproximação entre as crianças e os livros. O sucesso levou os bichos para o papel. Célia e Raquel publicaram a primeira história de Racumim em 2005 com o título de Deu rato na biblioteca. Em seguida vieram Os amores de Racutia e O rato adormecido. Na verdade a gente nem tinha a intenção de escrever livros, começamos a montar histórias para poder apresentar na escola e incentivar as crianças a irem à biblioteca, porque biblioteca em escola pública não é biblioteca, é puxadinho , lembra Célia. Lançamos três livros, mas temos uns nove na gaveta. Enquanto as histórias não saem da gaveta, vestidas de Racumim e Racutia, Célia e Raquel encenam as narrativas inéditas na entrada da biblioteca e em outras escolas.
Inspiração escatológica
As histórias inventadas por Eduardo Loureiro não têm bailarinas, príncipes e princesas. Pode até ter gente de contos de fadas, mas eles nunca serão tão certinhos, limpinhos e organizados como os personagens clássicos. Os heróis de Loureiro falam de pum, meleca, morte e depressão. Várias das minhas histórias tratam de questões mais delicadas. São assuntos que vêm de uma forma natural, penso que a gente não deve criar um mundo cor de rosa para criança, a criança tem habilidade de lidar com tudo , acredita o autor, que publicou o primeiro livro, A concha e a borboleta, em 2000. Gosto de pensar que escrevo para a criança interna de todo mundo. Comecei fazendo textos que eram para adultos, mas com formatação infantil , avisa o professor de pedagogia e cronista cearense que veio morar em Brasília há três anos e guarda uma gaveta com 40 histórias inéditas em busca de uma editora.
Íris Borges entre seus pequenos leitores: “Sempre quis escrever livros sobre livros”
Outros novos nomes da literatura infanto juvenil brasiliense também buscam se consolidar num mercado que cresce e absorve novas linguagens e nuances, como Alexandre Lobão, Rosângela Rocha e Íris Borges:
Verdade com magia
A experiência da paternidade levou Alexandre Lobão em direção à literatura infanto-juvenil. Foi para a filha que ele criou A verdadeira história de Papai Noel, narrativa publicada em 2008 com a qual procurava responder à dúvida da menina sobre a real existência do velhinho. Inventei uma história e gostei. Depois escrevi dois outros livros usando a mesma experiência de pai. No ano passado foi a vez de Uhuru, a ficção histórica sobre escravidão e liberdade. Formado em ciência da computação e funcionário do Banco Central, Lobão escreve desde 1982, mas concentra suas histórias no universo adulto e juvenil. A incursão na literatura infantil veio com a necessidade de contar histórias para os filhos.
Formação
Depois de publicar quatro romances, Rosângela Rocha quis mudar o leme da própria escrita e decidiu investir na literatura infanto juvenil. Em 2008, A festa de Tati trouxe a história de uma menina com necessidades especiais. Rosângela queria levar as crianças a refletir sobre as diferenças, tema recorrente na literatura concebida para o público infantil. No ano passado, a autora resolveu visitar temas históricos com Dias de santos e heróis. Em 19 poemas, Rosângela conta a origem de certas datas cívicas e heróis brasileiros. Gostei muito e acho que não paro mais de escrever para criança , garante. Sempre tive uma inquietação (com literatura infanto juvenil) e tem horas que a gente fica desanimado. É muito importante a formação do leitor e sempre tive vontade de experimentar escrever para criança. Professora aposentada da Faculdade de Comunicação da UnB, Rosângela agora espera que alguma editora se interesse pelos outros quatro textos infanto juvenis concebidos no último ano.
No mundo dos livros Íris Borges nunca pensou em escrever para crianças. Há mais de três décadas se dedica à promoção do livro e da leitura em Brasília. Já esteve à frente da Feira do Livro, presidiu a Câmara do Livro do Distrito Federal e fundou a Casa de Autores. Mas um amigo editor lançou a provocação e Íris aceitou. A série Eu amo começou a ser publicada no ano passado e virou uma homenagem ao mundo do livro. É uma declaração de amor , revela a autora. Sempre quis escrever livros sobre livros. Em cinco volumes, a autora conta o processo de produção do livro desde a criação da narrativa até a publicação. Eu amo escritores, Eu amo ilustradores, Eu amo editoras, Eu amo bibliotecas e Eu amo livros conduz o leitor por esse universo. Este ano, Íris ainda lança Rosa morena, texto ilustrado por Jô Oliveira sobre uma menina que adora viver e está sempre alegre.
sábado, 5 de dezembro de 2009
Campanha Por mais livro e leitura na programação das TVs
E só para esclarecer, a campanha não se limita às novelas e nem mesmo à uma única emissora. O documento que estamos elaborando com apoio de várias pessoas e organizações ligadas ao livro, será entregue à diretoria da ABERT - Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV. O fato é que a mobilização surgiu depois de encontros com pessoas que trabalham na Rede Globo, especificamente na teledramaturgia.
Coincidência ou não, ontem, eu que, por falta de tempo, pouco assisto novela, vi trechos de Viver a vida, novela de Manoel Carlos, trama das 20h. Quase pulei de alegria ao ver um livro como objeto de cena durante um ensaio fotográfico na novela: a modelo segurava um livro e posava para as fotos como se estivesse lendo! A jornalista Cris Rogério da Revista Crescer, da Editora Abril e do site Ler Para Crescer contou que a cena não foi a única com livros na mesma novela. Disse que a personagem da atriz Christine Fernandes também apareceu em um dos capítulos com um livro na mão lendo uma história para o filho dormir. Que sirva de modelo. Acho mesmo que a tv pode fazer muito mais e espero que a campanha consiga sensibilizar aqueles que decidem o que entra e o que não entra em cena na tv.
Com a palavra,
Dad Squarizi:
De livros e novelas
Correio Braziliense, 19/11/2009
Dad Squarisi
“Um país se faz com homens e livros”, repetia Monteiro Lobato. E completava: “Os livros não mudam o mundo. Mudam os homens. Os homens é que mudam o mundo”. Ele acreditava no poder revolucionário da palavra escrita. Sonhava inundar o Brasil de textos variados. País atrasado, até então o Brasil importava livros. Lobato fundou a Editora Nacional. Imprimia as obras em papel inferior, de custo baixo. As tiragens grandes tornavam o produto acessível ao grande público.
Hoje gigantescas feiras se espalham Pindorama afora. A de Brasília começa amanhã.Mas somos país de não leitores. A Pesquisa Retaros da Leitura no Brasil, do Instituto Pró-Livro, chegou a conclusão alarmante: excluídos os livros didáticos, o brasileiro lê 1,3 livro por ano. Em países desenvolvidos, a média gira em torno de 10. Num ranking de 30 nações, figuramos em 27º lugar.
Razões para a distância? Uma delas: alfabetização tardia. Com o atraso, o país universalizou o acesso ao ensino fundamental depois da experiência eletrônica. Foi mau começo. Outra: o preço do livro. Cobrar R$ 30 ou R$ 40 por obra torna-a inacessível para boa parte da população. Forma-se, então, o círculo vicioso. Tiragem pequena encarece o produto. Preço alto afugenta o consumidor. Mais uma: a desvalorização da leitura pela sociedade.
Como mudar o cenário? Leitura é habilidade. Requer treino. Primeiro passo: dar acesso ao livro. O preço, no caso, conta. Mas não só. Precisa-se de mediadores. Professores e bibliotecários têm papel fundamental no processo. Eles recomendam, discutem, orientam o caminho a seguir. Daí a importância da qualificação desses profissionais. Segundo passo: a valorização do livro. Impõe-se mudar a cultura.
A tevê pode desempenhar papel-chave na virada. Valem dois exemplos extraídos de novelas. Um: em Laços de Família, Vera Fischer e Reinaldo Gianecchini vestiram roupão ao saírem do banheiro. No dia seguinte, esgotou-se o estoque de roupões no comércio. O outro: a Pinacoteca de São Paulo promoveu a exposição de Rodin. A receptividade foi tímida. Toni Ramos e Natália do vale passaram um capítulo entre as obras. Desde então, as filas de entrada dobraram esquinas. Em suma: a tevê modifica comportamentos. Que tal a LEITURA fazer parte da vida de personagens como atividade prazerosa?
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Feira do Livro de Brasília
Confira também a programação de alguns escritores da Casa de Autores na Feira:1 - Autora: Rosângela Vieira Rocha
"Dias de Santos e Heróis"
Dia: 22/11
Espaço Mestre Zezito
Horário: 15h40min
2 - Autora: Tatiana Oliveira
"Todo Banguela é Contente?"
Dia: 23/11
Espaço Café Literário
Horário: 11h10min
3 - Autoras: Raquel Ferreira e Maria Célia Madureira
"Os Amores de Racutia"
Dia: 23/11
Espaço Mestre Zezito
Horário: 15h40min
5 - Autora: Alessandra Roscoe
"Brasília em Figurinhas", "O Jardim Encantado" e "A Menina que Pescava Estrelas"
Dia: 24/11
Espaço Mestre Zezito
Horário: 15h40min
E ainda:
1 - Dad Squarisi e Lucília Garcez
Dia: 21/11
Espaço Mulher a Toda Prosa
Horário: 16h
2 - Margarida Patriota
"Brasília é uma Festa" (relançamento)
Dia: 26/11
Espaço Mangueira Diniz
Horário: 20h40min
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
O lançamento coletivo da Casa de Autores/Editora Franco na Arco-Íris em Brasília
http://www.youtube.com/watch?v=gcxUDdAt6lI
O doc.criança é um projeto coordenado pelo cineasta mineiro Fernando Camargos na Biblioteca Nacional em Brasília. Reúne crianças e jovens para produzir conteúdo em video para sites na internet. As crianças literalmente fazem tudo, discutem pautas, fazem roteiros, filmam, gravam as entrevistas e editam o material. A turma do doc.criança anda fazendo bonito e já conquistou espaço fora de Brasília, os meninos e meninas foram convidados para a Fliporto, a Festa Literária de Porto de Galinhas. Eles farão parte da programação da Fliporto Criança Digital. Muito bacana!
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Lançamento Coletivo Casa de Autores
Esperamos todos vocês!Até lá!
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Momentos Literários em Brasília
sábado, 6 de junho de 2009
Antes do Rio, outras águas... Lançamento coletivo Casa de Autores no Shopping de Águas Claras!
Amanhã, 07/06/2009 às 17 horas no Shopping de Águas Claras tem Lançamento coletivo da Casa de Autores. Cinco escritores do grupo Casa de Autores ( Alessandra Roscoe, Clara Rosa, João Bosco Bezerra Bonfim, Marco Coiatelli e Vera Lúcia Dias) estarão apresentando ao público seus novos livros, todos voltados para o público infantil e juvenil, publicados pela Editora Elementar. O lançamento coletivo será o primeiro de uma série de lançamentos itinerantes. A iniciativa tem apoio da Editora Elementar, da Arco- Iris Distribuidora de Livros e da Casa de Autores. No lançamento de estreia ganhou ainda o apoio do Águas Claras Shopping e da Livraria Nobel de Águas Claras. Além de autógrafos e bate-papo com os autores, haverá "contação" de histórias, declamação de cordel e roda de cantigas e histórias.quarta-feira, 6 de maio de 2009
Parceria cheia de bons frutos!
Todos os autores deste braço candango da Editora Elementar estarão em junho no Salão da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil ,no Rio de Janeiro, com lançamentos agendados. E que venham muitas novidades!
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Casa de Autores Imersão 2009
sábado, 20 de dezembro de 2008
Sarau de fim de ano da Casa de Autores
Nosso encontro não teve quórum total, mas foi uma delícia, em clima de Sarau, o primeiro da Luiza!
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Mais um lançamento Casa de Autores!
No próximo dia 04 de outubro, sábado, a autora Clara Rosa, da Casa de Autores, lançará o livro Um Amor de Miau, ilustrado por Romont Willy, da editora Elementar, destinado ao público em fase de alfabetização. Será uma grande festa para as crianças! Para interagir com os pequenos novos leitores, a escritora, que também é formada em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília, e Mestre em Educação, criou um novo método para cativar e prender a atenção dos pequenos, enquanto conta a história do seu mais novo livro. Sai de cena, para dar lugar à Palhaça Maizena. O Lançamento acontecerá com a "contação" da história na Abracabrinque, que fica na comercial da 106 sul às 16 horas. Além da história e de muitas brincadeiras a meninada vai poder se divertir, curtindo as aventuras do Amor de Miau e ainda com a festa preparada para o lançamento que terá muita pipoca, algodão doce, salgadinhos e refrigerantes!
quarta-feira, 2 de julho de 2008
Ficou faltando...
Lucília entre "Racumin e Racutia" os cativantes roedores de livros de Célia e Raquel
Conversas Literárias
Vera Lúcia Dias, Iris Borges, Dad Squarisi, Antonieta, Leo Cunha e Edna
Os convidados da noite rodeado dos escritores de Brasília e da Casa de Autores
Uma roda pra lá de literária
Alessandra Roscoe e Leo Cunha
A semana começou agitada. Aproveitando a vinda de Maria Antonieta Antunes Cunha e Leo Cunha para o Fórum Heranças da Leitura, a grande escritora, Lúcilia Garcez recebeu em sua casa para um agradável "jantar literário", os escritores da Casa de Autores. Com quórum quase total ( saudades de Marco Miranda!) sentimos falta de pouquíssimos membros do grupo e da sempre atenta Josina Magalhães. Antonieta e Leo puderam falar do trabalho que fazem em Minas e conhecer melhor cada um dos nossos autores. Não podia deixar de registrar que contamos com a presença do único ilustrador no grupo, Jô OLiveira e do pioneiro da literatura Infantil em Brasília, Guido Heleno.



