Mostrando postagens com marcador Alessandra Roscoe. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Alessandra Roscoe. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
Balanço de 2015 - Um ano de sumiço por aqui e de muito, muito trabalho!
2015 foi um ano repleto de projetos, viagens, realizações! mesmo com a crise que desacelerou o mercado editorial no país, publiquei dois títulos novos: A primeira vez numa noite do pijama, ilustrações de Tati Rivoire, Franco Editora e Dentro do Escuro mora um segredo, ilustrações de Albert Arrayás, Editora Gaivota. Tive a alegria de viajar pelo páis e de participar de projetos inspiradores como o Proler , de Caxias do Sul, A Feira Literária do Dom Bosco, em Resende-RJ, A FLIP em Paraty, A Armação Literária de Búzios, O Sesi- Literatura Viva - SP e tantos outros. Visitei escolas, ministrei oficinas e cursos e tive a alegria de integrar projetos maravilhosos apoiados pelo Fundo de Apoio à Cultura - FAC, como o Grão em Grão, de Adriana Nunes e Adriano Siri que levou literatura e palhaçaria para dentro de hospitais públicos no Distrito Federal, Pupila d'água, de Clarice Cardell e Fernanda Cabral, de teatro para bebês em creches públicas e o Festival Primeiro Olhar com a oficina Música e Fraldas, do maestro português, Paulo Lameiro. Também com apoio e recursos do FAC-DF, da Secretaria de Cultura realizei a segunda edição do Uni duni Ler todas as letras - Festival Itinerante de Leitura, que percorreu com ações de incentivo à leitura voltadas para bebês, crianças com necessidades especiais e idosos, creches, hospitais e asilos em 20 Regiões Administrativas do DF. Na edição 2015, escriotores, ilustradores, músicos, mediadores de leitura, especialistas em primeira infância do Brasil e de Espanha integraram a caravana literária que percorreu o DF entre junho e dezembro e agora o sonho recomeça! Estamos de novo na disputa pela verba destinada à Literatura no FAC e bem colocados, em primeiro lugar com 99 pontos no edital, que está em fase de recursos. Se tudo der certo, em 2016, realizaremos a terceira edição do Festival Itinerante de Leitura! E enquanto o ano não está em ritmo alucinado, retomo as postagens por aqui e convido a todos para conhecerem também a página do Festival, com fotos, relatos, reportagens e vídeos das ações dos dois Festivais já relaizados: http://unidunilertodasasletras.wordpress.com
quinta-feira, 31 de julho de 2014
Unid uni Ler na Campanha Nacional de incentivo à leitura da TV Globo: Quem Lê viaja!
Incentivar à leitura é mais que um desafio, uma missão e desde que lançamos a campanha e o manifesto por mais livro e leitura na programação das Tvs Abertas, muita coisa já mudou. A petição foi criada em 2009 e ainda pode ser assinada aqui, mas muitas novelas já começaram a mostrar personagens lendo ou comentando livros, presenteando outros personagens com livros e todos sabemos a força que tem a televisão para influenciar gostos e hábitos. Matérias sobre livros e leitura são cada vez mais frequentes na programação e até campanhas como a Quem lê viaja da TV Globo, que tive a honra de abrir aqui no Distrito Federal, como escritora convidada, da primeira Roda de Leituras. Eu e o jornalista Guilherme Portanova, do Bom dia DF, tivemos no dia 29/07/2014, uma manhã muito especial entre livros e descobertas com mães e filhas do Instituto Proeza, instituição que com ajuda do Criança Esperança, ensina mães a bordar e filhas a dançar balé numa tentativa de trabalhar autoestima e colocação social de mulheres carentes.
Passamos horas felizes entre livros, leituras e memórias literárias, fizemos um varal de lembranças e descobrimos que a leitura pode ter infinitas formas e que mesmo aqueles que não são alfabetizados sabem sim ler e ler muito! A equipe da TV Globo foi conferir a nossa Roda e registrou tudo:
Veja a matéria aqui.
sexta-feira, 23 de maio de 2014
Encontro do curso Linguagem Musical EAPE - UnB
No dia do abraço, 22/05/2014, fui abraçada de várias formas ao participar como convidada do Encontro Linguagem Musical promovido pela EAPE - Escola de Aperfeiçoamento dos Profissionais de Educação com a Universidade de Brasília!
O encontro aconteceu num cenário que faz parte da minha história: o auditório da EAPE, que hoje funciona na antiga sede da Escola de Aplicação da Escola Normal de Brasília, onde estudei do jardim à sexta série, hoje sétimo ano do ensino fundamental e foi ali, no mesmo palco que ocupei com meus livros, histórias e cantigas, na manhã de quinta-feira, que cabulei minha primeira aula e por causa de um piano de quarto de cauda! Eu estudava na parte da tarde, minha mãe me deixou na entrada da escola antes da aula e eu, a caminho da minha sala, vi, de uma janela entreaberta, o piano também aberto no meio do palco. Entrei e me perdi no tempo e nas descobertas todas, era 1979, eu com nove anos de idade. Ao fim do dia, quando minha mãe foi me buscar, a professora avisou que eu havia faltado e minha mãe desesperada, argumentou que havia me deixado na escola no começo da tarde. Quando me encontraram quase sete da noite eu ainda batucava no piano, tomei pito e fiquei de castigo, mas anunciei que tinha aprendido muito mesmo sem sala de aula. Não convenci ninguém, mas hoje entendo que aquilo serviu talvez para hoje eu ter podido encorajar os professores do curso de linguagem musical, pois mesmo sem saber música formalmente, não leio partituras e não decifro os códigos, eu sei que a musicalidade é parte de mim e do meu trabalho! Tenho livros com cds de cantigas que compus e também canto histórias! Acho que porque nunca tive medo de me assumir musical, informalmente musical! Talvez seja essa liberdade que nos falta pra fazer o que imaginamos impossível!
Fui abraçada por todos do curso, pelo Christofer, que coordena as oficinas pedagógicas, pela Aldanei Menegaz, encantadora de tantas histórias, que me fez o convite, pela Patrícia Pederiva, da Unb e amiga de outras datas, pelas educadoras Malu e Andréia e também pelo batucadeiro, Ricardo Amorim! Todos dividiram suas histórias e seus saberes no Encontro e me encheram de uma felicidade sem tamanho! O outro abraço veio da Luiza, minha caçula que me acompanha desde o ventre nas andanças literárias da minha vida! Tive uma semana intensa de trabalho com muitas apresentações em escolas e oficinas e fui surpreendida por uma faringite aguda que me deixou sem voz e com acessos de tosse incontroláveis. Na quinta, dia do encontro, apesar dos tratamentos convencionais e de todos os caseiros também, na tentativa de recuperar a minha voz, estava ainda com um fiapo de fala. Luiza teve que ir comigo e no carro, a caminho da EAPE, avisou que iria me ajudar, pra que eu não gastasse o resto de voz que me sobrara. Avisou e cumpriu a promessa, subiu ao palco comigo, cantou uma das cantigas que inspirou meus livros da coleção Experimente a Palavra, Editora Canguru e fez a "leitura" do livro O minhoco apaixonado em voz alta, mesmo sem estar alfabetizada!
E voltei pra casa feliz por tanta coisa linda que vivi!
O encontro aconteceu num cenário que faz parte da minha história: o auditório da EAPE, que hoje funciona na antiga sede da Escola de Aplicação da Escola Normal de Brasília, onde estudei do jardim à sexta série, hoje sétimo ano do ensino fundamental e foi ali, no mesmo palco que ocupei com meus livros, histórias e cantigas, na manhã de quinta-feira, que cabulei minha primeira aula e por causa de um piano de quarto de cauda! Eu estudava na parte da tarde, minha mãe me deixou na entrada da escola antes da aula e eu, a caminho da minha sala, vi, de uma janela entreaberta, o piano também aberto no meio do palco. Entrei e me perdi no tempo e nas descobertas todas, era 1979, eu com nove anos de idade. Ao fim do dia, quando minha mãe foi me buscar, a professora avisou que eu havia faltado e minha mãe desesperada, argumentou que havia me deixado na escola no começo da tarde. Quando me encontraram quase sete da noite eu ainda batucava no piano, tomei pito e fiquei de castigo, mas anunciei que tinha aprendido muito mesmo sem sala de aula. Não convenci ninguém, mas hoje entendo que aquilo serviu talvez para hoje eu ter podido encorajar os professores do curso de linguagem musical, pois mesmo sem saber música formalmente, não leio partituras e não decifro os códigos, eu sei que a musicalidade é parte de mim e do meu trabalho! Tenho livros com cds de cantigas que compus e também canto histórias! Acho que porque nunca tive medo de me assumir musical, informalmente musical! Talvez seja essa liberdade que nos falta pra fazer o que imaginamos impossível!
Fui abraçada por todos do curso, pelo Christofer, que coordena as oficinas pedagógicas, pela Aldanei Menegaz, encantadora de tantas histórias, que me fez o convite, pela Patrícia Pederiva, da Unb e amiga de outras datas, pelas educadoras Malu e Andréia e também pelo batucadeiro, Ricardo Amorim! Todos dividiram suas histórias e seus saberes no Encontro e me encheram de uma felicidade sem tamanho! O outro abraço veio da Luiza, minha caçula que me acompanha desde o ventre nas andanças literárias da minha vida! Tive uma semana intensa de trabalho com muitas apresentações em escolas e oficinas e fui surpreendida por uma faringite aguda que me deixou sem voz e com acessos de tosse incontroláveis. Na quinta, dia do encontro, apesar dos tratamentos convencionais e de todos os caseiros também, na tentativa de recuperar a minha voz, estava ainda com um fiapo de fala. Luiza teve que ir comigo e no carro, a caminho da EAPE, avisou que iria me ajudar, pra que eu não gastasse o resto de voz que me sobrara. Avisou e cumpriu a promessa, subiu ao palco comigo, cantou uma das cantigas que inspirou meus livros da coleção Experimente a Palavra, Editora Canguru e fez a "leitura" do livro O minhoco apaixonado em voz alta, mesmo sem estar alfabetizada!
Eu li, contei, cantei, partilhei também as histórias de muitas histórias...
quinta-feira, 22 de maio de 2014
Escola Americana de Brasília - Apresentação
Na terça-feria, dia 20/05/2014 fiz duas apresentações na Escola Americana de Brasília para falar dos meus livros e do meu trabalho com a Literatura nas oficinas de leitura e mediação que venho realizando em Brasília e por outras paragens! Com as crianças do ensino fundamental fiz a leitura em inglês do meu livro Caixinha de guardar o tempo, ilustrações de Alexandre Rampazzo, Editora Gaivota, título que sempre me enche de alegrias: foi o que me permitiu iniciar o trabalho com os idosos e pacientes de Alzheimez, foi finalista do prêmio Jabuti, categoria infantil em 2013 e o meu primeiro texto traduzido. A turma querida da Editora Gaivota fez uma edição especial em inglês para uma apresentação minha em Liverpool, na Inglaterra, também ano passado! Com a tradução, arrisquei fazer a leitura em inglês e foi super bacana. O texto é em versos e tem uma métrica definida no Português, mas ganhou outra cor e outro ritmo!
A tradução me permitiu dialogar também com os alunos que apesar de morarem no Brasil e estudarem aqui, só falam o inglês. Grande parte da minha apresentação foi em Português mesmo e ainda assim, percebi que a Literatura e a arte transcendem a língua, o idioma!
A conversa com os mais miúdos foi na biblioteca da Escola, eles num tapete vermelho e eu no céu...
Dividindo leituras, as histórias de cada história, curiosidades e...
A tradução me permitiu dialogar também com os alunos que apesar de morarem no Brasil e estudarem aqui, só falam o inglês. Grande parte da minha apresentação foi em Português mesmo e ainda assim, percebi que a Literatura e a arte transcendem a língua, o idioma!
A conversa com os mais miúdos foi na biblioteca da Escola, eles num tapete vermelho e eu no céu...
Dividindo leituras, as histórias de cada história, curiosidades e...
Também as cantigas! Foi super bacana! Obrigada, Cláudia Araújo, Roberto e toda a turma empolgada da Escola Americana de Brasília! I had sweet moments with you! Thank you, very much!
quinta-feira, 15 de maio de 2014
FLIPIRI 2014
A Flipiri é sempre uma grande festa e em todos os sentidos, a começar pela visão: cheguei e fui recebida no Pouso do Sô Vigário com este visual: janela de fazer sonhar...
Tenho a honra de ter participado de quatro das seis edições e preciso dizer que depois de dois anos afastada, voltei em 2014 e encontrei uma Festa mais madura, com mudanças expressivas, principalmente na itinerância, que é a visita dos escritores e ilustradores convidados a escolas da Região. Na primeira edição em 2009, ela já acontecia, mas os alunos pareciam muito pouco familiarizados com os livros. Talvez nem mesmo tivessem tido o rostinho de folheá-los antes do encontro com seus autores. Desta vez, fui surpreendida por turmas completamente envolvidas com vários dos meus livros, crianças atentas, querendo ouvir as leituras e as histórias de cada história. Ponto para Íris Borges, organizadora da Flipiri que sempre destacou a itinerância como a festa maior dentro da festa. E é mesmo!
Este ano visitei uma escola municipal urbana, a EM Professora Olívia que atende turmas de maternal e educação infantil! Fui surpreendida por crianças superempolgadas e pelo Gabriel que abraçou, literalmente, meus livros e disse que mesmo sem saber ler tinha adorado cada um deles. No sábado, reencontrei Gabriel com a tia avó, escritora, na Feira e, claro, que o presenteei com um livro. Ele escolheu Atrás do olho fechado, um romance apenas com vinhetas, poucas ilustrações de Camila Carrosine, publicado pela Callis. Disse que üm livro com muitas palavras e poucos desenhos demora mais acontecendo pra gente", ganhei o dia!
Flipiri é festa para a família toda e eu que sou famosa por ter um primo em cada canto do mundo, sempre consigo reunir família e amigos para dividirem comigo as alegrias da Festa Literária em Pirenópolis, mas este ano me superei: foram mais de 20 pessoas entre familiares e amigos e conseguimos além de curtir a programação da Flipiri, aproveitar a natureza exuberante da região. Fizemos trilhas, visitamos cachoeiras e a Fazenda VagaFogo, um lugar cheio de aventuras!
A Flipiri também proporciona muitos encontros: aqui com a família, Adriano Siri e Adriana Nunes, dos Melhores do Mundo e que nos surpreenderam com as habilidades literárias: ele com a escrita e ela com as ilustrações...
Com Mariana Massarani, Ana Miranda, Ana Paula Bernardes, Tino Freitas e Luiza depois do lindo livro concerto de Patricia de Arias e Guga Murray...
Com o amigo querido desde a primeira Flipiri, o sensível e talentoso Ignácio de Loyola Brandão, sempre amoroso e inspirador com suas andanças...
Com Patricia de Arias, Guga e Luis Murray, Luiza e Peppa...
Com o escritor/ilustrador americano Todd Parr...
Com Luis e Luiza que se adoraram desde o primeiro encontro!
Sábado comecei o dia com o show Contos, cantos e encantos, no palco da Praça e fui recebida com muitos risos e carinhos!
Sempre uma alegria partilhar minhas histórias na Flipiri! Obrigada Íris Borges e todos que fazem da Festa Literária de Pirenópolis esta incrível viagem!
Tenho a honra de ter participado de quatro das seis edições e preciso dizer que depois de dois anos afastada, voltei em 2014 e encontrei uma Festa mais madura, com mudanças expressivas, principalmente na itinerância, que é a visita dos escritores e ilustradores convidados a escolas da Região. Na primeira edição em 2009, ela já acontecia, mas os alunos pareciam muito pouco familiarizados com os livros. Talvez nem mesmo tivessem tido o rostinho de folheá-los antes do encontro com seus autores. Desta vez, fui surpreendida por turmas completamente envolvidas com vários dos meus livros, crianças atentas, querendo ouvir as leituras e as histórias de cada história. Ponto para Íris Borges, organizadora da Flipiri que sempre destacou a itinerância como a festa maior dentro da festa. E é mesmo!
Este ano visitei uma escola municipal urbana, a EM Professora Olívia que atende turmas de maternal e educação infantil! Fui surpreendida por crianças superempolgadas e pelo Gabriel que abraçou, literalmente, meus livros e disse que mesmo sem saber ler tinha adorado cada um deles. No sábado, reencontrei Gabriel com a tia avó, escritora, na Feira e, claro, que o presenteei com um livro. Ele escolheu Atrás do olho fechado, um romance apenas com vinhetas, poucas ilustrações de Camila Carrosine, publicado pela Callis. Disse que üm livro com muitas palavras e poucos desenhos demora mais acontecendo pra gente", ganhei o dia!
Flipiri é festa para a família toda e eu que sou famosa por ter um primo em cada canto do mundo, sempre consigo reunir família e amigos para dividirem comigo as alegrias da Festa Literária em Pirenópolis, mas este ano me superei: foram mais de 20 pessoas entre familiares e amigos e conseguimos além de curtir a programação da Flipiri, aproveitar a natureza exuberante da região. Fizemos trilhas, visitamos cachoeiras e a Fazenda VagaFogo, um lugar cheio de aventuras!
A Flipiri também proporciona muitos encontros: aqui com a família, Adriano Siri e Adriana Nunes, dos Melhores do Mundo e que nos surpreenderam com as habilidades literárias: ele com a escrita e ela com as ilustrações...
Com Mariana Massarani, Ana Miranda, Ana Paula Bernardes, Tino Freitas e Luiza depois do lindo livro concerto de Patricia de Arias e Guga Murray...
Com o amigo querido desde a primeira Flipiri, o sensível e talentoso Ignácio de Loyola Brandão, sempre amoroso e inspirador com suas andanças...
Com Patricia de Arias, Guga e Luis Murray, Luiza e Peppa...
Com o escritor/ilustrador americano Todd Parr...
Com Luis e Luiza que se adoraram desde o primeiro encontro!
Sábado comecei o dia com o show Contos, cantos e encantos, no palco da Praça e fui recebida com muitos risos e carinhos!
Sempre uma alegria partilhar minhas histórias na Flipiri! Obrigada Íris Borges e todos que fazem da Festa Literária de Pirenópolis esta incrível viagem!
Antes de voltar para Brasília fomos conhecer o Museu Rodas do Tempo, outra viagem!
E pra encerrar com o coração aos pulos, ainda virei ilustração! Fui presenteada com esta linda homenagem da Adriana Nunes que eternizou em cores e traços, um dos meus momentos no show de histórias. Vestida com meu figurino: "Eles passarão, eu passarinho", virei desenho e fiquei muito, muito emocionada! Que venham muitas outras Flipiris! Como disse o Ignácio, podem até não me chamar, mas eu vou!
quarta-feira, 9 de abril de 2014
O sonho sempre maior que os sonhadores
Há duas semanas tenho estado fora do ar por conta de inúmeras viagens e compromissos de trabalho e também pessoais. Semana passada estive em cinco cidades em quatro dias, no interior de São Paulo, pelo lindo Projeto Sesi Literatura Viva. Cheguei em Campinas e conversei com leitores também em Sorocaba, Votorantim, Tatuí e Itapetininga! Uma maratona muito enriquecedora e proveitosa em todos os sentidos. Em cada Sesi, uma experiência diferente! Na terça-feira, dia 01 de abril, como estava fora da cidade, tive que cancelar o encontro semanal do Clube de leitores Uni duni Ler, sagrado todas as terças na creche Assefe, desde 2010. Avisei antes que estaria ausente. De volta a Brasília, mais encontros com os leitores daqui e por conta da missa de um ano de morte da minha mãe, celebrada ontem, dia 08/04, também uma terça-feira, outro encontro do Clube teve que ser adiado. Hoje, me chega pelo email o maior presente que poderia receber: fotos de uma das sócias do Uni duni Ler que não deixou nossos leitores sem a ciranda semanal, nem a semana passada, nem esta. Yasmin, que tem apenas cinco anos e faz parte do Uni duni Ler há mais de um ano, colocou vários de seus livros pessoais dentro de uma sacola, fez fichas de empréstimos para todos eles e não deixou ninguém sem livro! Fiquei muito emocionada e feliz em saber que a semente que plantei já deu frutos e frutos tão saborosos. Agora posso cumprir meus compromissos literários fora de Brasília, com a tranquilidade de saber que os sócios do Uni duni Ler não ficarão sem livros e leituras!
Fotos Alberto Silva
Como não me sentir realizada com este sonho que já expandiu todos os limites do imaginável, sendo sonhado assim, de um jeito tão pleno e espontâneo? Yasmin e o "seu" Clube de Leitura me fez ganhar o dia!
Fotos Alberto Silva
Como não me sentir realizada com este sonho que já expandiu todos os limites do imaginável, sendo sonhado assim, de um jeito tão pleno e espontâneo? Yasmin e o "seu" Clube de Leitura me fez ganhar o dia!
terça-feira, 1 de abril de 2014
Atualizando a bibliografia!
No final de 2012, publiquei a pedido da Feira do Livro de Porto Alegre, o Guia Unidduniler de leitura para bebês e em 2013, foram, ao todo, 10 títulos novos. 5 da Coleção Bicho Não, da Edelbra, com ilustrações de Anabella López, 3 da Coleção Experimente a palavra, da Canguru, com ilustrações de Luciana Fernández, Anita Morra e Edit Sliacka, O senhor Pavão, da Elementar, com ilustrações de Vicente Mendonça e Minha parceria com o escritor Leo Cunha: Dedo e os tubarões, da Escarlate, o selo jovem da Brinque-Book, com ilustrações deRafael Antón.
Projeto Sesi Literatura Viva 2014 - Encontro com leitores em Sorocaba e Votorantim
Sempre muito bom poder trocar ideias sobre livros e leituras! E neste projeto lindo do Sesi de SP, a troca é muito rica! Quatro dias, quatro cidades e muitas, muitas vivências maravilhosas! Amanhã e quinta, tem mais!
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
Mais um encontro delicioso com Tatiana Belinky!
Foi durante a 22ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo que outra vez tive a alegria de encontrar a querida Tatiana Belinky, que do alto dos seus 94 anos de idade esbanja energia e bom humor. Presenciei o encontro de Tati e Emília, a espivitada personagem de Monteiro Lobato que a escritora russa de alma e coração brasileiros simplesmente adora! Pude também entregar a ela um exemplar do livro O menino que virou fantoche, com texto meu a partir de um argumento do meu filho Felipe, ilustrado por Meri e publicado pela Franco Editora com uma linda apresentação dela, Tatiana, que muito me honra!Depois de receber um livro autografado pelo Felipe, ela fez questão de, no meu exemplar, mandar um recado também pro Felipe. Trocamos segredinhos literários, rimos um bocado e saí do encontro certa de que muitas histórias lindas ainda nascerão da mente inquieta desta bruxa das letras ( afinal ela sempre diz que prefere às bruxas por achar as fadas comportadas demais!). Muito bom revê-la dona Tati e melhor ainda com toda essa disposição! A Bienal naquele fim de semana, o último, estava lotada e a danada nem se abalou com o tumulto todo, distribuiu sorrisos, autógrafos e certamente levaria o título de Miss Simpatia da Feira, se ele existisse!
Assinar:
Postagens (Atom)






















































